Barueri, Jandira, Osasco e região devem retornar às aulas presenciais em 1º de março

 

Outra pauta da reunião é a solicitação de estudo técnico para ficar integralmente para Fase Laranja (Reprodução/Redes sociais)

Os prefeitos das 11 cidades que compõem o Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo) realizaram uma reunião na manhã desta segunda-feira (25), na sede do Consórcio, em Barueri, e decidiram que o retorno às aulas presenciais na rede municipal e estadual acontecerá em 1º de março.

Em divulgação realizada nas redes sociais pelo prefeito de Itapevi, Igor Soares (Podemos), a decisão por esta data vai de acordo com o PNI (Plano Nacional de Imunização), que prevê a imunização de todos os grupos prioritários até o fim de fevereiro.

As escolas particulares poderão seguir as regras e protocolos do Plano São Paulo.

Ainda durante a reunião, foi discutida a situação da economia da região, na qual foi decidido levantar estudos técnicos para manter a região na Fase Laranja do Plano São Paulo, também aos fins de semana. “Com isso, continuam as restrições, protegemos a vida e o emprego das pessoas”, declarou Igor Soares.

A medida solicitada pelos prefeitos acontece depois do Governo do Estado impor que todas as cidades fiquem na Fase Vermelha, a mais restritiva, das 20h às 6h em dias úteis e integralmente aos fins de semana e feriados.

O Governo levou em consideração a piora nos indicadores (taxa de ocupação dos leitos de UTI, número de óbitos ou casos e novas internações) de Covid-19 em todo o Estado.

Segundo o prefeito de Osasco e presidente do Cioeste, Rogério Lins (Podemos), a cidade que governa tem indicadores para a Fase Amarela. "Lembrando que Osasco individualmente inclusive estaria na fase amarela, pois temos menos de 70% dos leitos ocupados e mais de 80% de respiradores livres", afirmou.

Cioeste

Formado por 11 municípios (Araçariguama, Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba e Vargem Grande Paulista), o CIOESTE responde por uma região que conta com aproximadamente 2 milhões de habitantes e uma economia regional que gera 2,5% do PIB Nacional (R$ 133.066.741,57 no ano de 2013), consolidando-se como o maior consórcio intermunicipal do país em importância sócio-econômica.


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