Osasco inicia a vacinação em idosos em instituições de acolhimento e espera imunizar 229
![]() |
| Instituição imunizou 22 idosos nesta terça-feira (26) (Marcelo Deck/PMO) |
Idosos da Unidade de Longa
Permanência para Idosos (ULPI) do Lar Cora Coralina, vinculada à Secretaria de
Assistência Social (SAS), na Vila Yolanda, em Osasco, receberam a primeira dose
da vacina contra a Covid-19. A aplicação foi realizada pelos profissionais da
Secretaria de Saúde em 22 idosos acolhidos no local. Outros dois idosos que vivem
no local estão afastados com suspeita da doença, mas receberam a dose posteriormente.
Segundo o secretário de Saúde,
Fernando Machado Oliveira, as instituições particulares já estão imunizando
seus acolhidos, o que vai totalizar 229 idosos vacinados, em 24 instituições.
Nesta primeira fase da campanha é priorizada a vacinação em profissionais de
Saúde que estão na linha de frente no combate à pandemia e idosos acolhidos nas
instituições de longa permanência.
“Algo muito ruim está
acontecendo no mundo. Parece guerra. Nunca vi algo assim em toda a minha vida.
Estava com medo, porque tenho diabetes, mas agora que seremos vacinados estou
mais calma”, afirmou Laís Félix de Paula, idosa acolhida há 4 anos no Lar Cora
Coralina.
![]() |
| Ao todo, serão 229 idosos acima dos 60 anos em ILPs imunizados (Marcelo Deck/PMO) |
“É um momento de expectativa para todos. A vacinação trará mais segurança, tranquilidade e qualidade de vida para nossos idosos. Apesar da vacinação, não vamos afrouxar as medidas de segurança enquanto não acabar essa pandemia”, destacou o secretário de Assistência Social, Cláudio Piteri, que representou o prefeito Rogério Lins no ato simbólico.
A instituição
O Lar Cora Coralina completa
nove anos em março e acolhe pessoas a partir dos 60 anos em situação de
vulnerabilidade social ou com vínculo familiar rompido ou fragilizado. A
instituição conta com 33 funcionários (assistentes sociais, cuidadores,
psicólogos, administrativo e limpeza) nos atendimentos 24 horas por dia.
Por conta da pandemia, o
restaurante da instituição foi desativado. As refeições são servidas nos
quartos. As visitas dos que ainda possuem certo contato familiar estão
suspensas. “O contato é remoto, apenas por celular, entre os que ainda possuem
um vínculo”, explicou Danielle Bueno, diretora de proteção social especial da
SAS.

